comm Bem vindo à Casa do Colipo

A Casa

O proprietário

Cidade de Colipo

Bem-vindo à Casa do Colipo

Bed & Breakfast

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A escassos quilómetros da vila da Batalha, as ruas marcadas por curvas e casas rústicas assinalam o caminho.

Ladeado de pequenos pomares e vinhedos, em plena harmonia com a paisagem natural, é o sinal que chegou à Casa do Colipo, Alojamento Local (Bed & Breakfast).

À volta, o horizonte é notável pela calma e tranquilidade das aldeias envolventes a perder de vista.

O aroma das plantas e árvores inundam o ar de uma inesperada fragância. No vasto terraço, pode contemplar o nascer do sol, sentir a brisa fresca da manhã enquanto toma o pequeno-almoço.

Uma casa confortavelmente decorada e modernamente equipada esperam por si para aqueles momentos de plena tranquilidade e bem-estar.

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A Casa do Colipo é um conceito personalizado de turismo em espaço rural de pequena escala mas com qualidade.

Mais que um negócio, o objectivo deste projecto é de partilhar um modelo de vida saudável num espaço rural mas temperado com linhas de forte modernidade.

É um espaço particularmente adequado a famílias onde pode desfrutar de 12 000 m2 de espaço em absoluta tranquilidade, preenchido com centenas de árvores de fruto que você pode apanhar directamente. É um local calmo e 100% seguro.

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A face por detrás do projecto

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O meu nome é Armando Vieira. Sou físico, doutorado pela Universidade de Coimbra, Mestre no Instituto Superior Técnico, Lisboa. Actualmente trabalho sobretudo em Inteligência Artificial e algoritmos para análise de risco de crédito. Veja mais aqui ou na minha página pessoal.
Uns acham-me visionário, outros louco. A verdade talvez se encontre entre os dois. Gosto de uma boa conversa e de receber pessoas. Gosto de lhes mostrar o que de melhor Portugal tem para oferecer.
image Nasci numa família de camponeses. Desenvolvi o gosto pela beleza e pela dureza da vida do campo. Apesar de, nos anos recentes, ter vivido entre as equações, senti a necessidade de voltar às origens.
Hoje, cansado das grandes cidades, sigo um modelo alternativo em harmonia com a natureza e os espaços abertos.
A Casa do Colipo é uma extensão e um espelho de mim. Planeei-a e executei-a para ser isso mesmo: um espaço aberto com um gosto ecléctico, cheia de luz e harmonia, que com prazer partilho com todos vós.
Seja bem-vindo!

História da cidade do Colipo

Plínio, na sua "Naturalis História" refere a cidade de COLIPO entre as cidades da Lusitânia, situada a sul de Aeminium (Aveiro) e de Conímbriga (Coimbra).

Os colonizadores romanos, na exploração de minérios e agricultura, construíram várias "villas", centros residenciais ou apenas casas senhoriais nesta região. Dentro destes pólos urbanos, Colipo foi um centro de grande importância militar e administrativa devido à rica região agrícola em que se situava e à proximidade dum porto natural de mar, hoje chamado Paredes.

Podemos imaginar assim o grande tráfego na via romana entre Colipo-Maceira-Pataias e Paredes, quer no sentido de Colipo-Roma, quer no sentido desta para Colipo.

Pelos documentos conhecidos, quase todos monumentos funerários, a opinião mais consensual é que a cidade de Colipo se situava na actual Quinta De S. Sebastião do Freixo, a 8 km a sul de Leiria, no actual lugar de Andreus, a escassos 500 m da povoação do Casal do Alho, onde começa a freguesia e concelho da Batalha. No topo da elevação, entre buracos de escavações semi-abandonadas, ergue-se o marco geodésico, a 243 m de altitude.

Foram realizadas diversas escavações na área tendo sido descobertos alguns vestígios cerâmicos, sigilata, materiais de construção, algumas moedas e estátuas romanas, sendo a mais notável a de um senador romano, que se encontra provisoriamente em exposição na Câmara Municipal da Batalha. Posteriormente, será transferida para o futuro Museu da Batalha, em construção.

Origem dos nomes dos quartos


Suite Antoninus Pius. Imperador romano conhecido por «Pai do Povo», governou 23 anos (de 138 a 161 DC), exactamente um dos períodos mais felizes da história de Roma. Na parede da Igreja de Nossa Senhora da Pena, em Leiria, encontra-se uma inscrição honorífica, talvez base de uma estátua, onde é feita a exaltação deste imperador pelo Senado de Colipo, em 167. Foi encontrada na Cidade do Colipo uma estátua em honra a este Imperador que estará em exposição no futuro Museu da Batalha.

Suite Liberia Gala. Tratava-se da flamínia ou flamínica de Évora, ou seja, da sacerdotisa que ajudava o flâmine ou era a mulher deste. O flâmine era o sacerdote da antiga Roma encarregado de soprar o fogo sagrado. A missão dos flâmines e das flamínicas dizia respeito às divindades oficiais e ao chamado culto imperial, organizado a nível de cidade ou de província. Falecida e sepultada em Colipo, a sua inscrição funerária é uma homenagem de cinco libertos que ficaram a dever a carta de alforria à sua antiga patrona.

Quarto Marcus Cassianus. Da tribo Quirina, morreu com 32 anos e desempenhou funções no município de Colipo. A sua inscrição funerária foi descoberta em S. Sebastião do Freixo durante os trabalhos de preparação para a vinha.

Quarto Corintus. Era um escravo de Hélvio Filipe, natural de Colipo. O seu epitáfio foi descoberto em Roma e ignora-se o seu actual paradeiro. A tradução portuguesa da inscrição latina diz: «Vítor e Céler mandaram levantar, à sua custa, (este monumento) à memória de seu irmão Corinto, escravo de Hélvio Filipe, que era natural da Lusitânia, do município de Colipo, e morreu com 21 anos de idade».

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Galeria de Fotos

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Destaques

Centro de Interpretação Batalha de Aljubarrota

Desde que em 2002 se iniciou o processo de recuperação e valorização do campo de São Jorge, a Fundação Batalha de Aljubarrota verificou que o elemento decisivo para o sucesso da salvaguarda deste património era a criação de um Centro de Interpretação que apresentasse a Batalha de Aljubarrota ao público de uma forma rigorosa, instrutiva e cativante.

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